COMO VAI A ARBITRAGEM COM O SUPORTE DA TECNOLOGIA
O juiz brasileiro Raphael Claus acertou em expulsar Balogun, principal atacante americano que, com sua pata, pisou para valer o tornozelo do defensor bósnio. Claro que sem intenção. Em lance idêntico contra a Argélia, o árbitro polonês Szymon Marciniak não viu como punir Messi, senão iria estragar a Copa logo no início. Por falar em injustiça, Senegal já é a maior vítima. Até os 40’ do 2º tempo, à frente do placar com 2×0, eis que Bélgica consegue empatar no final e eliminar Senegal na prorrogação com um pênalti discutível marcado pelo juiz hondurenho Saíd Martínez, apesar de revisto incansavelmente pelo VAR (para mim, não foi). Senegal merecia, pelo menos, decidir nos pênaltis.
Portugal 2×1 Croácia. Um dos grandes jogos da Copa. Pelas alternâncias sem parar. 4 gols anulados. Cristiano Ronaldo empatara aos 68’, convertendo pênalti, em sequência ao gol de Perísic, aos 53’. Cara fechada de Cristiano Ronaldo quando foi substituído por Gonçalo Ramos, que entrou aos 48 minutos do segundo tempo, para subir de cabeça e fazer o gol da vitória. O árbitro norueguês Espen Eskas havia dado 10 minutos de acréscimos, que se estenderam para 20. Os dez se passaram e o jogo continuou. Os croatas chegaram a empatar o jogo com 12:48 de acréscimos decorridos. O gol foi anulado por impedimento que o VAR custou para examinar e o jogo terminou com quase 19 minutos extras no 2º tempo. Um sensor instalado dentro da bola oficial da Copa do Mundo “dedurou” um desvio leve de Matanovic e anulou o que seria o gol de empate da Croácia contra Portugal. Tecnologia demais.
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