CABO VERDE, A PÉROLA DA COPA DO MUNDO
Cabo Verde é um país formado por um arquipélago (dez ilhas vulcânicas) localizado no Oceano Atlântico, a cerca de 640 km da costa oeste da África, próximo ao Senegal, de população de 500 mil habitantes, cujo idioma é o português. Sua primeira Copa do Mundo, eliminada pela Argentina (3×2 na prorrogação) nas 16 avos, depois de se classificar empatando com a Espanha, Uruguai e Arábia Saudita. Na maior de todas as Copas, a grande surpresa, na qual não se esperava tamanho desempenho que encantou o público, ratificado na atuação contra a Argentina de Messi, no qual o extraordinário gol do cabo-verdiano Sidny Lopes Cabral fez com que se lamentasse sua despedida.
Por 1×0, com gol de Mbappé, a França eliminou o Paraguai de triste memória pelo futebol sujo, desleal, procurando provocar o adversário com entradas duras para que ele perca o controle e revide. De modo a expulsá-lo e tumultuar a partida. Instalar o caos para intimidá-lo, o grande objetivo. O Paraguai não é digno de disputar uma Copa do Mundo com espírito de Libertadores. Aonde o Paraguai vai com essa mentalidade subdesenvolvida? Querem vencer baseado no antijogo, pouco importa a beleza do esporte. Devia tomar umas aulas com o México, a Noruega dos vikings e com a estratégia de Marrocos. Jogar com raça e determinação, sim, mas não com espírito baixo e próprio de quem quer ganhar a qualquer preço.
Deixe um comentário