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MORO MOSTROU SER ESPERTO E OPORTUNISTA, FATURANDO BOLSONARO FÁCIL


Uma tacada de mestre do Moro para cima do despreparado Bolsonaro. O juiz que se tornou herói com a Operação Lava-Jato ao ameaçar com prisão políticos e empresários em troca de fortalecer a indústria da delação premiada que ele instalava no país, que condenou Lula sem provas por duas vezes (na segunda, sua preposta copiou e colou) e o manteve preso por mais de um ano, que implodiu o governo Bolsonaro se fingindo de garantidor do mesmo, e, como grand finale, desenrolou o tapete vermelho para ser candidato a presidente da República em 2022. Valendo-se do mesmo expediente utilizado pelo The Intercept (mensagens gravadas em celular) – que Moro condenava e achava vil e repugnante -, como prova de tentativa de interferência política de Bolsonaro na Polícia Federal, desejando nomear para postos de comando aqueles para quem pudesse ligar e colher informações sigilosas. Especialmente, investigações sobre disseminação de fake news, fundamentais para elegê-lo presidente e que atingiriam seus filhos, e sobre organização de atos em favor da ditadura e fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal. De inocente, Moro não tem nada para se aliar a um belzebu que está há 28 anos na política com zero de realização, salvo aparelhar os filhos no seu meio e contar com um Queiroz para gerir os negócios sujos da família. Na réplica de Bolsonaro, de baixo nível por se defender cansativamente de tantas acusações que já pesam sobre ele quando não era a ocasião, salientou-se a vaga no Supremo que Moro tanto ambiciona e que procurou barganhar desde que tomou posse. Apenas ficou patente seu apavoramento e, portanto, desprezo pela pandemia, com o inquérito conduzido pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, em meio a diligências e buscas, pôr as garras em seus filhos. E propositalmente confundir a Polícia Federal com a inteligência da Abin, Exército e PM’s, que analisam cenários da situação do país, e a quem diz ter acesso, e não devia. Quando a Polícia Federal se reporta ao Poder Judiciário, apurando fatos, materialidade e autoria de crimes, cuja investigação é compartimentada e sigilosa dentro da própria instituição. Imagine esse psicopata trabalhando em linha com o delegado Fleury – o quanto não teria torturado esquerdistas, senão executado, queimado ou enterrado vivo. Se bem que ambos também podiam se matar um ao outro.

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