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Antonio Carlos Gaio

ADEUS, VOU PRA NÃO VOLTAR

É muito perigoso, a cada viagem, deixar com sua pessoa de confiança um envelope lacrado com uma série de instruções e determinações que não pode externar ou dar conhecimento, posto que isso atrai o lúgubre, acelera o seu destino, de… Continue lendo

MATOU EM NOME DE SUA SOBREVIVÊNCIA

Surgiu uma onda de loucos no trânsito facilitando a difícil missão de mensageiros que comunicam que o seu tempo aqui na Terra se esgotou, aliviando o trabalho de suavizar a superpopulação. São apaixonados pela velocidade e que só adquirirão experiência… Continue lendo

SER CARIOCA

É não esquecer seu estado de origem, mas, pouco a pouco, ir deixando de sê-lo, sem se aperceber, pensando que está se adaptando, quando, na verdade, incorpora o modo de ser do carioca, graças à liberdade que o faculta ser… Continue lendo

TOALHA MANCHADA DE SANGUE

Uma mãe que deixou saudades. O tipo da mãe que cultivou seus pintinhos debaixo de suas asas. Por amar, confortar e proteger, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na prosperidade e na adversidade, mantendo-se íntegra para… Continue lendo

DE BETE BALANÇO A BETTY PATIFARIA

Não se consegue mais distinguir ficção da realidade, se o Congresso é a câmara de tortura da consciência do eleitor ou se reflete a mentalidade predominante do país. Se não reagimos e nos matamos de frustração é porque não podemos… Continue lendo

EMPACOU QUE NEM UM JUMENTO

Tem gente que empaca e não permite dar continuidade. Confundido com teimoso que nem uma mula. Burro que nem uma porta. Apenas porque estanca e fica parado. Esperando Godot. Quando, na verdade, está paralisada, pedindo que Deus lhe ajude a… Continue lendo

NINGUÉM GOSTOU DO FIM DA NOVELA

A tarefa mais difícil do novelista é saber dar um término. Pôr limites à trama engendrada. O ser humano dar um fim no relacionamento. O basta na exploração. Um chega na manipulação. Conciliar as partes para que não se tornem… Continue lendo

DE BANQUEIRO A SURFISTA

Só foi preso, porque é otário, não pensou que era bandido, fichado, com mandado de busca circulando em aeroportos e na Interpol. Não agüentou essa vida monótona de fora-da-lei em exílio, se Maluf e outros quetais se fartam na liberdade,… Continue lendo

UMA DITADURA QUE METEU BUDA NA CADEIA

Em Mianmar, que deu as costas para o estrangeiro e fechou a tampa da sepultura, despindo os monges budistas de seus hábitos simplésimos e encarcerando o aperfeiçoamento espiritual, cujos ensinamentos necessitam ser colocados em prática nas pequenas coisas do dia-a-dia,… Continue lendo

EM NOME DE ALÁ, GAY NÃO EXISTE

O presidente Ahmadinejad afirma que não existem homossexuais no Irã. Mas se precisam cobrir o corpo com tanto pano é porque necessitam esconder algo que não pode ser exibido. Se proteger da imoralidade, para não cometer uma indecência. Frear o… Continue lendo

CRIME COM REQUINTE É HEDIONDO

Foi amarrado, torturado e jogado vivo num rio. Da Polônia. O assassino é daqueles que a polícia acha que nunca vai pôr a mão. Um escritor. Se não fora a vaidade de ser reconhecido também como criminoso e reproduzir o… Continue lendo

PERGUNTAS DE CRIANÇA

Que encerram sabedoria: Por que o sabonete sendo verde, amarelo ou escuro, a espuma sempre sai branca? Para onde vai o escuro quando se acende a luz? Que transparecem incompreensão diante da imensidão do Céu: Que é que o carneirinho… Continue lendo

DO BEM, ACABOU FAZENDO O MAL

Um aposentado por invalidez, de 28 anos, já é de se estranhar. Perseguindo ladrões que roubaram uma motocicleta, é coisa de maluco. Apesar de fazê-lo em seu carro, não alivia, pois a PM corria no encalço deles, depois do arrastão… Continue lendo

SAI DA FRENTE, Ô LESMA!

Competitivo o gênero humano. Morrinhar com o carro à frente do seu, em marcha lenta, apreciando o dia bonito de sol, pela esquerda da pista, e se alterar quando você ousa ultrapassá-lo, pela direita, obrigando-o a acelerar e transformando o passeio numa disputa.

“BRASILEIRINHO”

Eis que se redescobre o velho choro em recantos históricos que falam pelo Rio de Janeiro, dessa vez no filme bonito que sacoleja nossas raízes, do finlandês Mika Kaurismäki. A comprovar a perenidade do som classudo e profundo do choro… Continue lendo

Antonio Carlos Gaio
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