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CAPÍTULO LXXXVIII – UM TORTURADOR PODE RETORNAR COMO TORTURADO NA PRÓXIMA ENCARNAÇÃO

“Em verdade vos digo que aquele que não nascer de novo não poderá ver o reino de Deus”. Não foi possível a Cristo explicar há dois mil anos atrás porque não compreenderiam que se tratava da reencarnação. “Meu Reino não é deste mundo”, mas Pôncio Pilatos não entendeu que Jesus Cristo não era rei. Como entender que um centurião romano poderia reencarnar na próxima vida como um escravo? Um branco retornar como um negro? Um torturador em torturado? Um torturador defrontado com suas vítimas no Plano Espiritual?
A octogésima quinta intervenção espiritual, em 30 de agosto de 2019, se iniciou com cânticos no intuito de abrir caminho para os espíritos curadores, prosseguindo com a leitura e comentários sobre o item 10 (“A verdadeira propriedade”) do capítulo 16 (“Não se pode servir a Deus e a Mamon”) do livro de Allan Kardec, “O Evangelho segundo o Espiritismo”.
Os bens da Terra não pertencem ao homem, ele é apenas usufrutuário. E tanto é assim que, frequentemente, vê-se esvair de suas mãos a riqueza de quem acredita possuí-la por direito. Contudo, se vão ser exigidas rigorosas contas de todo dinheiro ganho em prejuízo de alguém, por que levantar suspeitas sobre quem o adquiriu honestamente sem causar mal a quem quer que seja? Se o utilizar para servir apenas à satisfação pura e simples de seus sentidos básicos ou de seu orgulho, e se em suas mãos usar e abusar a ponto de anular todo o mérito do trabalho obtido através de seus esforços, coragem e perseverança, melhor seria não os ter possuído, pois acaba perdendo o que conquistou – como costuma acontecer com os herdeiros.
Falta-nos a compreensão de que somos criaturas primárias, se por um mísero momento conseguíssemos vislumbrar em nosso interior e constatar que predomina o egoísmo, a vaidade tola, a inveja e o ciúme barato. Alijando de nossas almas resquícios de outras vidas que devem ser expurgados. Se tomássemos a iniciativa de rever com coragem defeitos e excessos cometidos com base em nossa impulsividade e emoção. A fim de que, pouco a pouco, se instale em nós uma renovada capacidade de autossuperação, quando as palavras de Cristo encontrarão eco e guarida nos corações dos espíritos endurecidos pelo ódio, pela desvairada competição e vingança gerados por investidas trevosas. Sabendo bem suportá-las e delas sair inteiro, resistindo até o final de sua sacrossanta missão.

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